quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Assembleia da AMAT



Acontece hoje no hotel crowne plaza, em Belém a primeira assembléia da AMAT (ass. dos municípios do Araguaia Tocantins), no comando o prefeito cinco estrelas de Curionópoles, Wenderson Chamom(PMDB), presidente eleito por aclamação no mês de fevereiro/09.

Sucesso!!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Tá complicando para o Ciro

PSB joga a toalha

De Ilimar Franco:

Sem conseguir convencer o presidente Lula de que seria melhor ter dois candidatos da base aliada, a cúpula do PSB quer implodir a candidatura de Ciro Gomes. O argumento é que, sem romper o isolamento em que se encontra, Ciro sairia da disputa menor do que entrou. Para os socialistas, a única forma de viabilizar alianças com outros partidos seria com o aval de Lula.

O sul maravilha

Deputados Federais do sul maravilha, querem melar a nova composição proposta pelo TSE, e que será discutida nesta semana em audiência pública.

Os estados do Rio de Janeiro e da Paraíba perdem duas vagas de deputados federais cada um na próxima legislatura, pelo texto da minuta. Rio Grande do Sul, Paraná, Maranhão, Goiás, Pernambuco e Piauí perdem, por sua vez, uma cadeira na Câmara cada um.

O Pará é o estado que mais ganha em vagas, sobe de 17 para 20 deputados federais a partir de 2011. Minas Gerais vem em seguida, com aumento de duas cadeiras em sua bancada. Já Amazonas, Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia e Santa Catarina ganham um deputado cada um.

Permanecem inalterados as representações de São Paulo, Espírito Santo, Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Sergipe, Rondônia, Tocantins, Acre, Amapá e Roraima.

São Paulo continua a ser o estado com o maior número de deputados federais (70), permanecendo em oito o número de deputados nos estados com menor população.
Pela minuta, o número de representantes dos estados e do Distrito Federal na Câmara dos Deputados se mantém em 513, assim distribuídos: São Paulo (70), Minas Gerais (55), Rio de Janeiro (44), Bahia (40), Rio Grande do Sul (30), Paraná (29), Pernambuco (24), Ceará (23), Pará (20), Maranhão (17), Santa Catarina (17), Goiás (16), Paraíba (10), Espírito Santo (10), Piauí (9), Alagoas (9), Rio Grande do Norte (9), Amazonas (9), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Sergipe, Rondônia, Tocantins, Acre, Amapá e Roraima, todos esses com oito deputados cada um.
Colaboração: Clubsat

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Nota do Ofir Loyola

Aproveitamos a oportunidade para esclarecer que o problema da falta de energia elétrica na manhã de hoje no Hospital Ophir Loyola foi externo e pode ser verificada a responsabilidade com a concessionária do serviço público, a Rede Energia (Celpa). A falha na distribuição do fornecimento de energia ocorreu em toda a área próxima ao Hospital.

Logo se vê que, não existe má conservação das instalações de energia do hospital e a área operacional do HOL prontamente buscou soluções para a falha no serviço de fornecimento de energia. As informações repassadas pela Celpa, é que um alimentador de alta tensão foi afetado com a queima de transformadores situados entre a Tv. 14 de abril e Av. Magalhães Barata. O sistema de energia foi restabelecido às 13h.

Independente da falha no serviço citado acima, imediatamente os geradores de energia do Hospital entraram em atividade. Ressaltamos que, em nenhum momento houve qualquer anormalidade ou desespero dentro do hospital por motivo de falta de energia. O Bloco Cirúrgico se manteve em pleno funcionamento e as cirurgias que estavam sendo realizadas transcorreram normalmente. O que prova que o hospital está preparado para suportar intercorrências como esta.

Atenciosamente,
Ascom HOL


Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação Social/HOL
ascom.hol@hotmail.com e ascom_hol@yahoo.com.br
(91)3342-1325

Coisa estranha




É uma pena que o Clube do Remo, dia após dia, vá se desfazendo de sua história.

Uma sucessão de erros e péssimas administrações.

Coisas de um clube fechado, restrito e de gestões obsoletas.

Vivas ao Clube do Remo, e mais sorte daqui pra frente

Quem manda

Arruda se queixa de isolamento a arcebispo de Brasília

Desde a semana passada, governador licenciado do DF só recebia a visita da mulher Flávia, e de advogados

O governador licenciado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, queixou-se nesta terça-feira, 23, do "isolamento total até daqueles que eram seus amigos".

No Noblat

Saúde na UTI e sem energia

O Hospital Ofir Loyola está sem energia elétrica na manhã de hoje.

Fontes, informam que a má conservação das instalações de energia, ocasionaram o blackout.

O gerador de energia que serve ao bloco e o CTI/UTI não suporta a demanda dos focos cirúrgicos e dos equipamentos de suporte a vida.

Pacientes, estão na mesa de cirurgia.

O desespero toma conta dos servidores, pacientes e familiares.

Cadastro de Reserva

Concursos públicos só para formação de cadastro de reserva podem ser proibidos

Projeto de lei do Senado que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para a formação de cadastro de reserva está na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e poderá ser votado na próxima reunião, prevista para quarta-feira (24). O projeto é de autoria do então senador Expedito Júnior e, após votação da CAS, será examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

A proposta (PLS 369/08) determina que os editais de concursos públicos deixem claro o número de vagas a serem providas. A medida, de acordo com o texto, será observada em concursos de provas ou de provas e títulos, promovidos pela administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Entretanto, será permitido manter em cadastro de reserva os candidatos aprovados em número excedente ao de vagas a serem preenchidas.

O relator da matéria na CAS, senador Efraim Morais (DEM-PB), já apresentou parecer pela sua aprovação. O projeto esteve na pauta da última reunião da comissão e foi concedida vista coletiva aos senadores.

Na opinião do autor, Expedito Júnior, a realização de concursos públicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princípios da moralidade, impessoalidade e eficiência ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomeação. Ele argumentou que maus administradores poderão valer-se da não obrigatoriedade de nomear candidatos aprovados dentro do número de vagas quando alguém de sua predileção não for aprovado ou para prejudicar aprovado que seja seu desafeto.

"Não faz o menor sentido, a nosso ver, a realização de concursos apenas para formação de tais cadastros. Ou a Administração carece de novos quadros e, por isso, promove concurso, ou não estando necessitada de mais servidores, falta-lhe interesse legítimo para deflagrar o processo seletivo", argumenta Expedito Júnior na justificação da proposta.

O autor lembra que em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi determinada a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso público. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello observou que "a Administração Pública não pode brincar com o cidadão, convocando-o para um certame e depois, simplesmente, deixando esgotar o prazo de validade do concurso sem proceder às nomeações".

Para o relator, senador Efraim Morais, é injustificável a publicação de editais de processos seletivos para provimento de cargos para os quais não existem vagas. O senador ressaltou que os candidatos ficam com falsas expectativas, bem como assumem despesas com gastos na preparação para as provas. Efraim também observou que há desembolso de dinheiro público para a remuneração das bancas examinadoras selecionadas, o que, segundo ele, no caso de não haver vagas a serem preenchidas, atenta contra a probidade na gestão dos recursos públicos.

Iara Farias Borges / Agência Senado

Candidata tem dificuldadesna área de saúde

Petistas da Saúde temem confronto entre Dilma e Serra
Estadao.com.br acompanhou reunião que teve participação do ex-ministro Humberto Costa

A portas fechadas, longe dos holofotes e do discurso eleitoral, os petistas que tratam dos problemas da Saúde temem o confronto entre a candidata Dilma Rousseff e o tucano José Serra, governador de São Paulo. Menos de uma hora depois de o 4º Congresso Nacional do PT aprovar o projeto de governo para a candidata à Presidência, na última sexta-feira, 19, a reportagem do estadao.com.br flagrou uma reunião em que um grupo de petistas revelou temor pela fragilidade com que Dilma discute a Saúde e pela "vulnerabilidade" como estão entrando no debate eleitoral. O programa aprovado, afirmaram, "não vale quase nada".


Reunidos numa sala do segundo andar do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, membros do grupo setorial de Saúde do partido queixaram-se da gestão da área no governo Lula e fizeram uma série de comentários críticos à ministra-chefe da Casa Civil. "Quem é a Dilma para nós, do ponto de vista da militância? Não podemos entrar na campanha vulneráveis como a gente está na Saúde", questionou uma das militantes.


Participaram do encontro - que foi gravado pela reportagem -, o ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PE), o secretário de Gestão Estratégica e Participava da atual equipe do ministério, Antônio Alves de Souza, e dirigentes de todo o País.


Uma dirigente disse que ficou espantada com a falta de habilidade da pré-candidata durante um debate: "Ela entrou recuada para discutir política social na saúde. Foi um horror. Se o nosso presidente era muito verde quando entrou (para o Planalto), imagina a Dilma! Ela vai ser questionada e vai ter de falar sobre o assunto a partir de abril", acrescentou um dos participantes do encontro de sexta-feira.


"Precisamos nos organizar para influenciar nesse processo. Temos de ganhar a nossa candidata, que não tem o que o nosso presidente tem", afirmou Humberto Costa, que dirigiu a pasta da Saúde entre 2003 e 2005, na primeiro mandato do governo Lula. Parte da preocupação dos petistas deve-se a três fatos: a falta de intimidade da candidata com o setor, o fato de José Serra ter sido ministro da Saúde entre 1998-2002, e porque até hoje a gestão do tucano é uma das mais bem avaliadas.


A capacidade administrativa da ministra na área foi muito questionada durante o encontro. "O José Temporão (ministro da Saúde) já ficou quatro horas conversando sobre saúde com a Dilma", disse um dos participantes. Nem o plano de governo foi poupado: "Acho que não preciso dizer para todo mundo aqui que isso que aprovaram há pouco não vale nada. Esse programa só vai ficar pronto mesmo lá por agosto. Esse encontro é para agradar a militância", avaliou outro dos participantes da reunião.


A distância entre o ministério e o partido é outro motivo de preocupação: "Precisamos marcar encontro com ela e com Lula. O presidente vai sair com essa dívida conosco? Como vamos fazer a discussão do setor da saúde com quem não é do PT se não reconhecemos nossos méritos?". "É essa discussão que temos de fazer, porque o Lula tá pouco se lixando para a gente (petistas)", disse uma filiada. "Acho que a Dilma não representa, nem de perto, o governo Lula."


Para o grupo, o PT não pode entrar na campanha vulnerável como está na Saúde. "É contraditório. Vamos ter de apresentar à população que esses oito anos não significam o que a gente quer de saúde para o Brasil". O histórico de Serra à frente da pasta também foi mencionado. "Serra tem discurso real, (diz) que foi o responsável pela aprovação da Emenda 29 e que não conseguimos regulamentar. Todo mundo acha que ele é o papa da Saúde e tem companheiros que até concordam com isso. Bobagem. Fizemos muito mais, não dá para comparar".


Alguns admitiram que o governo deveria ter aceitado a participação das Organizações Sociais (OS) na gestão de hospitais - o PT costuma dizer que isso é "terceirizar a Saúde". "Eu não quero uma UPA na minha cidade. De que adianta se não consigo pagar os médicos?", disse um secretário. As UPAs, Unidades de Pronto Atendimento, são uma forma de o governo do Rio agilizar o atendimento nas comunidades carentes, longe dos grandes centros hospitalares.


O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) também foi criticado: "Essa história de a receita que vem do governo ser a mesma para todos é uma furada. Tem uma cidade ao lado da minha que tem ambulância, estrutura. Eu não tenho dinheiro para nada e ainda vejo prefeito desviando a verba."


Questionado sobre a insatisfação em relação à falta de propostas específicas do programa e condução do assunto pelo partido, o novo presidente do PT, José Eduardo Dutra, negou problemas. "Isso não procede. É comum que alguns termos não sejam especificados e fiquem de fora. Tivemos reclamações de todos os setoriais".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

E esse, é o sentimento deles!

“O PMDB tem se caracterizado por ser um partido de baixo teor programático, o que é danoso para o sistema partidário brasileiro. Faz com que a política fique parecendo algo que diz respeito aos interesses dos políticos.”


André Singer, cientista político e ex-porta-voz da presidência da República, ao defender em entrevista à Folha de S.Paulo que o PT deve ter a coragem de dizer "não" ao PMDB.