Domingos Juvenil, candidato do PMDB ao governo do Estado, gravou, na tarde de ontem, programa eleitoral. À noite reuniu com o candidato a vice, Hildegardo Nunes, e assessores que avaliarama a campanha e decidiram a pauta do fim de semana em Belém e interior do Estado. A pesquisa do Ibope e as viagens foram os temas mais discutidos pelos peemedebistas da Frente "Agora é Trabalho".
"Passamos de quinta-feira da semana passada até a última segunda-feira em campanha por nove municípios pelo interior do Estado. Quando voltamos, precisamos sentar com a coordenação de campanha para avaliar o que foi feito, analisar as imagens e gravar os programas", diz o candidato.
"Neste próximo final de semana estarei fazendo campanha em mais 12 municípios. A agenda é pesadíssima!Essa agenda interna é necessária inclusive para que possamos receber lideranças de todo o Estado e manter nossa articulação política", lembra.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Eleições 2010
Mesários começam a ser treinados hoje.Até o próximo dia 22, os mesários que atuarão nestas eleições aprenderão sobre o processo de votação.
O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-Pará) inicia hoje o treinamento dos mesários que trabalharão na captação e justificativa dos votos nas eleições de outubrO.Segundo a Cooordenadoria de Desenvolvimento e Eduação(Codes) do TRE, em Belém serão capacitados 12.500 mesários, entre presidente, primeiro-mesário, segundo-mesário e secretário.
No interior do estado, outras 51 mil pessoas serão treinadas para todas as 15.635 seções eleitorais. O treinamento será realizado em escolas das redes municipal, estadual e federal, Central de Atendimento ao Eleitor, Associação dos Magistrados do Estado do Pará, Sest-Senat e Fiepa. Em Belém, a capacitação acontece na Escola Estadual Lauro Sodré e no Auditório do Tribunal de Justiça do Estado(TJE), de 14h30 às 17h.
Até o dia 26 deste mês, eles aprenderão como fazer a expedição de boletim de urna, geração da zerézima (documento emitido antes do início da votação), função dos integrantes da mesa receptora, manuseio da urna, obrigatoriedade de documentos dos eleitores e conhecimento das operações de urna. Segundo o TRE,são 63.500 mesários, entre voluntários e convocados, que irão trabalhar nestas eleições no Pará.
O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-Pará) inicia hoje o treinamento dos mesários que trabalharão na captação e justificativa dos votos nas eleições de outubrO.Segundo a Cooordenadoria de Desenvolvimento e Eduação(Codes) do TRE, em Belém serão capacitados 12.500 mesários, entre presidente, primeiro-mesário, segundo-mesário e secretário.
No interior do estado, outras 51 mil pessoas serão treinadas para todas as 15.635 seções eleitorais. O treinamento será realizado em escolas das redes municipal, estadual e federal, Central de Atendimento ao Eleitor, Associação dos Magistrados do Estado do Pará, Sest-Senat e Fiepa. Em Belém, a capacitação acontece na Escola Estadual Lauro Sodré e no Auditório do Tribunal de Justiça do Estado(TJE), de 14h30 às 17h.
Até o dia 26 deste mês, eles aprenderão como fazer a expedição de boletim de urna, geração da zerézima (documento emitido antes do início da votação), função dos integrantes da mesa receptora, manuseio da urna, obrigatoriedade de documentos dos eleitores e conhecimento das operações de urna. Segundo o TRE,são 63.500 mesários, entre voluntários e convocados, que irão trabalhar nestas eleições no Pará.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Uso de cadeirinhas passa a valer a partir desta 4ª
A partir desta quarta, o uso da cadeirinha de segurança para o transporte de crianças será obrigatório por lei. A resolução, do ano de 2008, considera necessário estabelecer mínimas condições de segurança para o transporte de passageiros. Existem três tipos de dispositivos de retenção, dependendo da idade da criança. Quem desobedecer à resolução estará sujeito à multa.
As cadeirinhas devem ser colocadas sempre no banco traseiro do carro. Para crianças de zero a um ano de idade, um berço portátil conhecido como “bebê conforto” é o ideal. Para crianças de um a quatro anos, o dispositivo obrigatório é a tradicional cadeirinha. Já as crianças de quatro a sete anos e meio devem utilizar um dispositivo chamado assento de elevação, que posiciona a criança na altura correta para utilizar o cinto de segurança. A partir dos sete anos e meio até os dez anos, a criança deve usar o cinto de segurança normalmente e ir no banco traseiro do veículo.
Por conta da obrigatoriedade, as lojas que vendem o produto já começam a registrar uma maior procura. De acordo com Simone Marques, vendedora de uma loja especializada no produto, cerca de 30 cadeirinhas são vendidas mensalmente. Um dos produtos mais procurados é o assento de elevação, para crianças de quatro a sete anos e meio de idade.
Segundo a vendedora, a expectativa é que as vendas aumentem a partir do próximo mês. “Com o prazo próximo da finalização, a procura pelas cadeiras deve aumentar”. Por outro lado, Simone afirma que as pessoas procuram pelo produto apenas por ser obrigatório. “As pessoas não compram pensando em ser uma proteção para o filho, mas por uma obrigação. Falta conscientização de que isso é necessário para a proteção da criança”.
DETRAN
Walter Aragão, coordenador de operações do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran-PA), afirma que não haverá nenhuma operação direcionada especificamente para fiscalizar o uso das cadeirinhas. “Vamos incorporar mais esse elemento em nossas fiscalizações de rotina”, explica. O coordenador também alerta que, no caso de descumprimento da lei, a multa será de R$ 191,54. O motorista também perde sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
(Diário do Pará)
As cadeirinhas devem ser colocadas sempre no banco traseiro do carro. Para crianças de zero a um ano de idade, um berço portátil conhecido como “bebê conforto” é o ideal. Para crianças de um a quatro anos, o dispositivo obrigatório é a tradicional cadeirinha. Já as crianças de quatro a sete anos e meio devem utilizar um dispositivo chamado assento de elevação, que posiciona a criança na altura correta para utilizar o cinto de segurança. A partir dos sete anos e meio até os dez anos, a criança deve usar o cinto de segurança normalmente e ir no banco traseiro do veículo.
Por conta da obrigatoriedade, as lojas que vendem o produto já começam a registrar uma maior procura. De acordo com Simone Marques, vendedora de uma loja especializada no produto, cerca de 30 cadeirinhas são vendidas mensalmente. Um dos produtos mais procurados é o assento de elevação, para crianças de quatro a sete anos e meio de idade.
Segundo a vendedora, a expectativa é que as vendas aumentem a partir do próximo mês. “Com o prazo próximo da finalização, a procura pelas cadeiras deve aumentar”. Por outro lado, Simone afirma que as pessoas procuram pelo produto apenas por ser obrigatório. “As pessoas não compram pensando em ser uma proteção para o filho, mas por uma obrigação. Falta conscientização de que isso é necessário para a proteção da criança”.
DETRAN
Walter Aragão, coordenador de operações do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran-PA), afirma que não haverá nenhuma operação direcionada especificamente para fiscalizar o uso das cadeirinhas. “Vamos incorporar mais esse elemento em nossas fiscalizações de rotina”, explica. O coordenador também alerta que, no caso de descumprimento da lei, a multa será de R$ 191,54. O motorista também perde sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
(Diário do Pará)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Começa hoje a XIV Feira do Livro em Belém
Começa hoje a XIV Feira do Livro em Belém
A Feira quer 600 mil visitantes no Hangar a partir desta sexta
Apesar da agitação intensa na manhã de ontem, o Pavilhão de Feiras do Hangar ainda experimentava um resquício de silêncio que não será ouvido pelos próximos dez dias. Carpinteiros, pintores, decoradores, fiscais, vendedores, funcionários de depósito – todos voltavam-se aos últimos detalhes em cada um dos 178 estandes erguidos no espaço na última segunda-feira. Desde então, doze horas diárias de trabalho para que tudo estivesse pronto na noite de hoje. Às 18h, o espaço enfim abre as portas para mais uma Feira Pan-Amazônica do Livro, que aguarda um público superior a 600 mil pessoas.
A décima quarta edição do evento é lançada em meio a críticas relacionadas à sua programação cultural – que inclui, por exemplo, a apresentação da banda baiana Timbalada. Investindo em uma programação musical de apelo popular, a organização da feira - que é hoje o terceiro maior evento literário do Brasil - parece mesmo empenhada em superar a marca de 500 mil visitantes registrados no ano passado, quando homenageou a França.
Voltando os olhos ao continente africano, o evento desta vez reverencia não um, mas cinco países – em uma iniciativa inédita: Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Angola, onde se fixou a língua portuguesa. E se a ideia é celebrar a riqueza da cultura negra, não haveria nome mais apropriado que o do poeta Bruno de Menezes para patrono do evento. Inquieto, reflexivo e insubmisso, o escritor cantou em seus poemas as riquezas de uma tradição afro-brasileira já quase esquecida, em uma produção considerada vanguardista em plena década de 1920. “É uma justa e tardia homenagem”, disse Carlos Henrique Gonçalves, diretor de Cultura da Secult, em entrevista coletiva realizada ontem no Centro de Convenções.
ENCONTRO
“Mais do que um encontro do leitor com o livro, a feira é o encontro do leitor com o escritor”, discursou o secretário de Cultura Cincinato Marques Jr. No entanto, apesar de homenagear a África em sua 14ª edição, o evento não contará com a presença de nenhum escritor africano – o que, segundo a organização da feira, é fruto de uma incompatibilidade de agendas.
“Fizemos diversas tentativas junto às embaixadas e o Ministério das Relações Exteriores. Queríamos trazer o escritor Mia Couto, por exemplo, mas não foi possível. Em contrapartida, garantimos a presença de vários acadêmicos de Cabo Verde, Moçambique e Angola, através da parceria com a Casa Brasil-África”, disse o titular da Secult. O embaixador da República de Cabo Verde no Brasil, Daniel António Pereira, escritor, também marca presença.
A abertura oficial acontece logo mais, às 18 horas, seguida pelo show da Timbalada, com início previsto para as 21 horas. Uma das inovações deste ano se refere ao acesso às atrações musicais do evento: para assistir aos shows que acontecem no deck do Hangar, é necessário trocar o ingresso por um livro infantil, que será destinado a uma biblioteca pública. A troca será feita diariamente, a partir do horário de abertura da feira, às 10h, exclusivamente para o show da noite, em um posto de troca na entrada do pavilhão de feiras. É importante frisar que serão disponibilizados apenas dois ingressos por RG e que não serão aceitos livros usados.
CULTURA DIGITAL
A XIV Feira do Livro tem um espaço dedicado à cultura digital: serão oito oficinas ministradas por integrantes do Pontão de Cultura Poraquê, de Santarém, no Baixo Amazonas, e outras oito realizadas pelo Ministério da Cultura, além de um seminário, todos abordando a relação entre cultura digital e literatura, inclusive no que concerne à construção do texto digital.
Fonte: Diário do Pará
A Feira quer 600 mil visitantes no Hangar a partir desta sexta
Apesar da agitação intensa na manhã de ontem, o Pavilhão de Feiras do Hangar ainda experimentava um resquício de silêncio que não será ouvido pelos próximos dez dias. Carpinteiros, pintores, decoradores, fiscais, vendedores, funcionários de depósito – todos voltavam-se aos últimos detalhes em cada um dos 178 estandes erguidos no espaço na última segunda-feira. Desde então, doze horas diárias de trabalho para que tudo estivesse pronto na noite de hoje. Às 18h, o espaço enfim abre as portas para mais uma Feira Pan-Amazônica do Livro, que aguarda um público superior a 600 mil pessoas.
A décima quarta edição do evento é lançada em meio a críticas relacionadas à sua programação cultural – que inclui, por exemplo, a apresentação da banda baiana Timbalada. Investindo em uma programação musical de apelo popular, a organização da feira - que é hoje o terceiro maior evento literário do Brasil - parece mesmo empenhada em superar a marca de 500 mil visitantes registrados no ano passado, quando homenageou a França.
Voltando os olhos ao continente africano, o evento desta vez reverencia não um, mas cinco países – em uma iniciativa inédita: Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Angola, onde se fixou a língua portuguesa. E se a ideia é celebrar a riqueza da cultura negra, não haveria nome mais apropriado que o do poeta Bruno de Menezes para patrono do evento. Inquieto, reflexivo e insubmisso, o escritor cantou em seus poemas as riquezas de uma tradição afro-brasileira já quase esquecida, em uma produção considerada vanguardista em plena década de 1920. “É uma justa e tardia homenagem”, disse Carlos Henrique Gonçalves, diretor de Cultura da Secult, em entrevista coletiva realizada ontem no Centro de Convenções.
ENCONTRO
“Mais do que um encontro do leitor com o livro, a feira é o encontro do leitor com o escritor”, discursou o secretário de Cultura Cincinato Marques Jr. No entanto, apesar de homenagear a África em sua 14ª edição, o evento não contará com a presença de nenhum escritor africano – o que, segundo a organização da feira, é fruto de uma incompatibilidade de agendas.
“Fizemos diversas tentativas junto às embaixadas e o Ministério das Relações Exteriores. Queríamos trazer o escritor Mia Couto, por exemplo, mas não foi possível. Em contrapartida, garantimos a presença de vários acadêmicos de Cabo Verde, Moçambique e Angola, através da parceria com a Casa Brasil-África”, disse o titular da Secult. O embaixador da República de Cabo Verde no Brasil, Daniel António Pereira, escritor, também marca presença.
A abertura oficial acontece logo mais, às 18 horas, seguida pelo show da Timbalada, com início previsto para as 21 horas. Uma das inovações deste ano se refere ao acesso às atrações musicais do evento: para assistir aos shows que acontecem no deck do Hangar, é necessário trocar o ingresso por um livro infantil, que será destinado a uma biblioteca pública. A troca será feita diariamente, a partir do horário de abertura da feira, às 10h, exclusivamente para o show da noite, em um posto de troca na entrada do pavilhão de feiras. É importante frisar que serão disponibilizados apenas dois ingressos por RG e que não serão aceitos livros usados.
CULTURA DIGITAL
A XIV Feira do Livro tem um espaço dedicado à cultura digital: serão oito oficinas ministradas por integrantes do Pontão de Cultura Poraquê, de Santarém, no Baixo Amazonas, e outras oito realizadas pelo Ministério da Cultura, além de um seminário, todos abordando a relação entre cultura digital e literatura, inclusive no que concerne à construção do texto digital.
Fonte: Diário do Pará
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Eleições 2010
O candidato ao governo do Estado pelo PMDB, Domingos Juvenil visitou na manhã de ontem o centro da 3° idade do Palacete Bolonha, onde estava sendo realizada comemoração referente ao dia do Folclore.
Juvenil aproveitou para conversar com os associados e freqüentadores do grupo, onde teve a oportunidade de expor suas propostas e ouvir algumas idéias para um possível governo. Para o candidato, oferecer incentivo cultural e melhorias na saúde são os principais objetivos.
“É preciso incentivar atividades voltadas para os idosos, além de melhorar o atendimento médico de todos eles e implementar postos em centros para que eles não tenham que se deslocar e nem enfrentar filas”. (Domingos Juvenil)
Após a visita aos idosos Juvenil gravou programas para o horário eleitoral gratuito, e hoje se prepara para o debate que acontecerá a partir das 22h na TV RBA.
Juvenil aproveitou para conversar com os associados e freqüentadores do grupo, onde teve a oportunidade de expor suas propostas e ouvir algumas idéias para um possível governo. Para o candidato, oferecer incentivo cultural e melhorias na saúde são os principais objetivos.
“É preciso incentivar atividades voltadas para os idosos, além de melhorar o atendimento médico de todos eles e implementar postos em centros para que eles não tenham que se deslocar e nem enfrentar filas”. (Domingos Juvenil)
Após a visita aos idosos Juvenil gravou programas para o horário eleitoral gratuito, e hoje se prepara para o debate que acontecerá a partir das 22h na TV RBA.
Eleições 2010
A partir das 22h de hoje, os eleitores acompanharão ao vivo o debate da RBA, o primeiro realizado nestas eleições.
Os quatro principais candidatos ao governo do Estado ficarão, hoje à noite, pela primeira vez, sem apelo do marketing ou a produção dos programas eleitorais. Para o candidato Domingos Juvenil(PMDB), o debate é uma grande oportunidade aberta pela RBA aos candidatos para que se discuta as questões do Estado e permita a maior reflexão dos eleitores.
"Ainda existem muitos eleitores indecisos ou que ainda estão à margem do processo e esse debate pode mudar essa situação", coloca.
O mediador do debate será o jornalista Sandro Barboza da TV Band. Agora é esperar para ver!
Os quatro principais candidatos ao governo do Estado ficarão, hoje à noite, pela primeira vez, sem apelo do marketing ou a produção dos programas eleitorais. Para o candidato Domingos Juvenil(PMDB), o debate é uma grande oportunidade aberta pela RBA aos candidatos para que se discuta as questões do Estado e permita a maior reflexão dos eleitores.
"Ainda existem muitos eleitores indecisos ou que ainda estão à margem do processo e esse debate pode mudar essa situação", coloca.
O mediador do debate será o jornalista Sandro Barboza da TV Band. Agora é esperar para ver!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Pará pode pedir reforço policial de outros estados
O esquema de segurança para as eleições no Pará ainda não foi totalmente definido, mas há a possibilidade de serem requisitados militares de outros Estados para reforçar a segurança pública, se o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PA) achar necessário, como foi admitido ontem pelo presidente do órgão, desembargador João Maroja.
Ontem, foi realizada a primeira reunião entre os representantes da segurança pública do Estado, forças armadas, além de Guarda Municipal de Belém e Companhia de Transportes de Belém (CTBel) e Corpo de Bombeiros com o presidente do TRE/PA, visando preparar o esquema de segurança pública para o período da eleição.
Nem os representantes do Exército e Aeronáutica e nem da Secretaria Estadual de Segurança Pública quiseram informar quais os números de militares que serão destinados para o Estado e os equipamentos que serão disponibilizados. Apenas o representante da Marinha, capitão-de-corveta Sérgio Ventura, informou que serão destinadas 12 embarcações para transporte de técnicos e de urnas para localidades distantes dos centros urbanos, com acesso apenas por água. Também afirmou que se o TRE pedir, a Marinha vai disponibilizar a seção de fuzileiros navais para ajudar no reforço de segurança durante o pleito eleitoral.
INDEFINIÇÃO
O Pará é o Estado que mais requisitou pedido de reforço de segurança para garantir o voto com tranquilidade. No total, 106 dos 143 municípios pediram tropa federal para o período eleitoral. Ainda não foi definida pelo TSE se em todos esses municípios haverá reforço mas, de acordo com o secretário de Segurança Pública, Geraldo Araújo, o tamanho do efetivo, tanto da PM quanto a tropa federal ainda está sendo avaliado, baseado na necessidade da eleição anterior e em situações de risco eminente em alguns municípios com histórico de violência neste período de eleições.
O plano de segurança para as eleições, afirma Araújo, é justamente para prevenir situações de violência tanto contra eleitores quanto para resguardar os prédios públicos, como fóruns, delegacias, entre outros. João Maroja afirma que onde houver necessidade de homens para reforçar a segurança, o TRE requisitará. Mas ele acredita que não haverá necessidade de grande reforço em todos os municípios, onde os juízes eleitorais requereram.
Maroja também descartou a possibilidade de reforçar a sua segurança, após o atentando sofrido pelo presidente do TRE/SE, na semana passada. Ele afirma que tem porte de arma e que vai continuar com a segurança que mantinha anteriormente, que é um cabo da Polícia Militar. “O Pará não é o único Estado que pede força federal nas eleições. Muitos pedem, mas aqui temos que considerar que geograficamente somos diferenciados”, justifica João Maroja. Outras reuniões para definir o plano de segurança para a eleição 2010 no Pará serão realizadas em setembro.
Fonte: Diário do Pará
Ontem, foi realizada a primeira reunião entre os representantes da segurança pública do Estado, forças armadas, além de Guarda Municipal de Belém e Companhia de Transportes de Belém (CTBel) e Corpo de Bombeiros com o presidente do TRE/PA, visando preparar o esquema de segurança pública para o período da eleição.
Nem os representantes do Exército e Aeronáutica e nem da Secretaria Estadual de Segurança Pública quiseram informar quais os números de militares que serão destinados para o Estado e os equipamentos que serão disponibilizados. Apenas o representante da Marinha, capitão-de-corveta Sérgio Ventura, informou que serão destinadas 12 embarcações para transporte de técnicos e de urnas para localidades distantes dos centros urbanos, com acesso apenas por água. Também afirmou que se o TRE pedir, a Marinha vai disponibilizar a seção de fuzileiros navais para ajudar no reforço de segurança durante o pleito eleitoral.
INDEFINIÇÃO
O Pará é o Estado que mais requisitou pedido de reforço de segurança para garantir o voto com tranquilidade. No total, 106 dos 143 municípios pediram tropa federal para o período eleitoral. Ainda não foi definida pelo TSE se em todos esses municípios haverá reforço mas, de acordo com o secretário de Segurança Pública, Geraldo Araújo, o tamanho do efetivo, tanto da PM quanto a tropa federal ainda está sendo avaliado, baseado na necessidade da eleição anterior e em situações de risco eminente em alguns municípios com histórico de violência neste período de eleições.
O plano de segurança para as eleições, afirma Araújo, é justamente para prevenir situações de violência tanto contra eleitores quanto para resguardar os prédios públicos, como fóruns, delegacias, entre outros. João Maroja afirma que onde houver necessidade de homens para reforçar a segurança, o TRE requisitará. Mas ele acredita que não haverá necessidade de grande reforço em todos os municípios, onde os juízes eleitorais requereram.
Maroja também descartou a possibilidade de reforçar a sua segurança, após o atentando sofrido pelo presidente do TRE/SE, na semana passada. Ele afirma que tem porte de arma e que vai continuar com a segurança que mantinha anteriormente, que é um cabo da Polícia Militar. “O Pará não é o único Estado que pede força federal nas eleições. Muitos pedem, mas aqui temos que considerar que geograficamente somos diferenciados”, justifica João Maroja. Outras reuniões para definir o plano de segurança para a eleição 2010 no Pará serão realizadas em setembro.
Fonte: Diário do Pará
Voto dos Detentos
Cerca de 20 mil presos provisórios e jovens que cumprem medidas socieducativas irão às urnas em 2010, em quase todos os estados brasileiros.
O esforço para garantir que esses eleitores tenham assegurado o direito do voto ganhou fôlego novo com a edição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em março deste ano,regulamentando a instalação de urnas em presídios e unidades de internação.
Em nosso estado os presos fazem questão de votar,no presídio de Marituba,30 detentos se preparam para votar e todos os dias eles se reúnem para assistir ao horário eleitoral.A votação será dentro do presídio, no dia 3 de outubro. As urnas serão levadas ate os presos.
Agentes penitenciários e policiais acompanharão a menos de 100 metros de onde ficará a urna de votação.É isso ai,votar é direito e dever de todos os cidadões,independentemente de sua situação na sociedade!!
O esforço para garantir que esses eleitores tenham assegurado o direito do voto ganhou fôlego novo com a edição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em março deste ano,regulamentando a instalação de urnas em presídios e unidades de internação.
Em nosso estado os presos fazem questão de votar,no presídio de Marituba,30 detentos se preparam para votar e todos os dias eles se reúnem para assistir ao horário eleitoral.A votação será dentro do presídio, no dia 3 de outubro. As urnas serão levadas ate os presos.
Agentes penitenciários e policiais acompanharão a menos de 100 metros de onde ficará a urna de votação.É isso ai,votar é direito e dever de todos os cidadões,independentemente de sua situação na sociedade!!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Confira agenda de quarta dos candidatos ao governo
Simão Jatene -
Coligação “Juntos com o Povo” (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB)Às 8hs, o candidato será entrevistado no Jornal da Manhã, da Rádio Cultura. Em seguida participa de café da manhã com pastores do Partido Cristão, no Pará Clube, e às 19h30 inaugura seu comitê de campanha, na avenida Pedro Álvares Cabral, ao lado da Belém Importados.
juvenil Domingos -
(PMDB)O candidato visita o Palacete Bolonha às 9:30, para reunião cultural com o Centro da Terceira Idade do Bolonha, em comemoração ao Dia do Folclore. No fim da manhã o candidato será entrevistado em três programas do SBT Belém, às 11:25 no Programa SBT Esporte, às 12:30 no Jornal do SBT e às 15:30 para o Programa Etc. e Tal. À noite, Juvenil estará reunido a partir das 19h com lideranças e comunidade do bairro do Telégrafo, na casa de show Solamar, ao lado do Curro Velho.
Ana Júlia Carepa -
“Coligação Acelera Pará” (PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PC do B, PRB e PV)
Amanhã à noite a candidata participará de encontro com membros da Assembléia de Deus, às 19h no Conjunto Paar, que fica na Rua Tapajós n° 02 – Próx. a Seccional do Paar.
Fernando Carneiro (PSOL)
Às 10hs o candidato se reúne no Comitê Central de Campanha com a coordenação política,e ao meio-dia programas eleitorais de rádio. Às 15hs, concede entrevista ao programa Pensando Bem da TV Nazaré, e a partir das 17hs se prepara para o debate da TV RBA, que vai acontecer no dia seguinte.
Cleber Rabelo (PSTU)
O candidato realiza Visita em canteiro de obra por volta do meio-dia, e às 15hs se reúne com assessores de campanha.
Coligação “Juntos com o Povo” (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB)Às 8hs, o candidato será entrevistado no Jornal da Manhã, da Rádio Cultura. Em seguida participa de café da manhã com pastores do Partido Cristão, no Pará Clube, e às 19h30 inaugura seu comitê de campanha, na avenida Pedro Álvares Cabral, ao lado da Belém Importados.
juvenil Domingos -
(PMDB)O candidato visita o Palacete Bolonha às 9:30, para reunião cultural com o Centro da Terceira Idade do Bolonha, em comemoração ao Dia do Folclore. No fim da manhã o candidato será entrevistado em três programas do SBT Belém, às 11:25 no Programa SBT Esporte, às 12:30 no Jornal do SBT e às 15:30 para o Programa Etc. e Tal. À noite, Juvenil estará reunido a partir das 19h com lideranças e comunidade do bairro do Telégrafo, na casa de show Solamar, ao lado do Curro Velho.
Ana Júlia Carepa -
“Coligação Acelera Pará” (PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PC do B, PRB e PV)
Amanhã à noite a candidata participará de encontro com membros da Assembléia de Deus, às 19h no Conjunto Paar, que fica na Rua Tapajós n° 02 – Próx. a Seccional do Paar.
Fernando Carneiro (PSOL)
Às 10hs o candidato se reúne no Comitê Central de Campanha com a coordenação política,e ao meio-dia programas eleitorais de rádio. Às 15hs, concede entrevista ao programa Pensando Bem da TV Nazaré, e a partir das 17hs se prepara para o debate da TV RBA, que vai acontecer no dia seguinte.
Cleber Rabelo (PSTU)
O candidato realiza Visita em canteiro de obra por volta do meio-dia, e às 15hs se reúne com assessores de campanha.
A reboque da Economia

Pará: Ana Júlia Carepa: 23% das intenções, em TERCEIRO lugar. Considerada a pior governadora do País, em 2008, Carepa tem a taxa de rejeição de 59% e conflitos com o setor agropecuário.
Não é só na esfera federal que o crescimento está garantindo votos. O bom desempenho econômico também contribui para a reeleição de vários governadores Por Guilherme Queiroz
A mais recente pesquisa do instituto Datafolha mediu a popularidade de diversos governadores em campanha pela reeleição. No topo da lista, desponta o de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, à frente de uma gestão avaliada como ótima ou boa por 62% dos pernambucanos, o que o torna franco favorito para vencer a disputa no primeiro turno.
Sua plataforma eleitoral? A economia. E com resultados para ostentar. Nos últimos anos, Pernambuco recebeu três dos maiores investimentos em curso no país. Na terça-feira 17, o presidente Lula inaugurou no Estado a fábrica de dormentes para a ferrovia Transnordestina.
Campos não compareceu, por conta das restrições da lei eleitoral, mas foi citado no palanque. Somados, o Porto de Suape, a refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul trouxeram um aporte de R$ 20 bilhões para a segunda maior economia do Nordeste, com previsão de 78 mil novos empregos diretos e indiretos com carteira assinada.
Isso equivale à metade dos postos formais criados no Estado desde 2007 e impacta diretamente na sensação de bem-estar da população. Como mostra o desempenho do governador na campanha ao Palácio das Princesas, cifras e números de uma economia pujante têm um alto poder de atração de votos para o 3 de outubro.
Uma análise do quadro econômico dos Estados onde governadores disputam a reeleição comprova a influência da economia no voto do eleitor. “Existe uma clara sincronia entre a renda e o desempenho eleitoral. No Nordeste, a renda média cresceu dois pontos acima do restante do Brasil”, diz o economista Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da FGV.
A exemplo de Eduardo Campos, os governadores Jaques Wagner, do PT, da Bahia, e Cid Gomes, do PSB, do Ceará, lideram as corridas em seus Estados, com 45% e 49% das intenções de voto. Importantes destinos turísticos, Ceará e Bahia vivem um boom imobiliário sem precedentes. A expansão da construção civil transformou a Bahia no maior polo empregador da região, com 71 mil empregos criados em 2009, um recorde nordestino.
Os três governadores se beneficiam ainda da aliança com o presidente Lula. Entre 2008 e 2010, o governo empenhou R$ 3,5 bilhões para a Bahia, R$ 2,9 bilhões para Pernambuco e R$ 2,2 bilhões para o Ceará. Só perdem para os volumes repassados a São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os mais populosos do País.
Os governadores também mostraram habilidade para atrair empreendimentos de vulto. Eduardo Campos viu a Petrobras encomendar a construção de 15 navios petroleiros ao Estaleiro Atlântico Sul, em Suape. O Ceará irá receber uma das três novas refinarias da empresa.
Outro destino de investimentos bilionários é o Rio de Janeiro, onde o governador Sérgio Cabral, do PMDB, lidera a corrida com 53% das intenções. Com R$ 118 bilhões do PAC, Cabral foi beneficiado pela conquista da Olimpíada de 2016, que deve garantir melhoras na infraestrutura e no setor de serviços.
Se o desempenho da economia pode impulsionar uma candidatura, a estagnação pode sepultá-la. Caso mais emblemático é o da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, do PSDB. Ao assumir o mandato, em 2007, ela reestruturou a dívida e viu a GM anunciar um investimento de R$ 2 bilhões em Gravataí. Mas passou seu mandato fustigada por denúncias de corrupção. Hoje tem apenas 16% das intenções de voto, num amargo terceiro lugar. “Talvez, com o tempo, ela consiga recuperar sua imagem e reivindicar a herança que deixa”, avalia o cientista político Valeriano Ferreira Costa, da Unicamp.
O mesmo pode não ocorrer para a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, que comprou brigas com o agronegócio, um dos setores mais importantes da economia local, e chega à campanha com sua rejeição beirando os 60%. Ou para o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, do PSDB, impedido de investir por uma dívida pública que consome 15% das receitas do Estado.
Há ainda os candidatos que tentam se beneficiar da boa herança deixada pelos antecessores. São os casos do tucano Geraldo Alckmin, em São Paulo, e do peemedebista Omar Aziz, líderes nas corridas em São Paulo e no Amazonas. Alckmin já foi governador paulista, tem 54% das intenções de voto, e pode vencer já no primeiro turno.
Ele concorre representando a continuidade de um governo que tem como legado o Rodoanel – um investimento de R$ 5 bilhões – e a expansão do Metrô. Se eleito, assumirá um governo marcado pelo aumento na arrecadação, puxada em parte pela Nota Fiscal Paulista, iniciativa que caiu no gosto do contribuinte e somou R$ 1,5 bilhão em tributos desde 2007.
“O paulista está acomodado. Quer um governo conservador, que não traga grandes mudanças”, analisa Valeriano Ferreira Costa. Vice do ex-governador Eduardo Braga, Aziz foi parte do governo em que a Zona Franca de Manaus se tornou um gigante que emprega 106 mil pessoas e deve faturar US$ 30 bilhões este ano. “O eleitor quer claramente um voto de continuísmo em 2010”, diz o economista Marx Alexandre Gabriel, sócio da MB Consultoria.
Na Isto é dinheiro
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